segunda-feira, 13 de junho de 2011

MOSTRAR E AGRADECER A QUEM FAZ VOLUNTARIADO



O voluntariado é uma das acções mais nobres da sociedade. Para "dar visibilidade às instituições que o praticam e agradecer o que fazem pela sociedade" a Junta de Freguesia de Stº António dos Olivais decidiu organizar uma Feira do Voluntariado. Segundo Francisco Andrade, presidente da Junta, "esta é uma oportunidade para contactar com aqueles que estão sempre disponíveis".
A organização escolheu para padrinhos deste evento três homens de sucesso da cidade de Coimbra. André sardet, Luis de matos e Pedro Roma aceitaram ee bom grado o convite da Junta. Contudo, apenas o último marcou presença na abertura.

Bruno Costa, in As Beiras

Francisco Andrade e Maria João castelo Branco visitaram os 22 expositores

MEDALHA DOURADA DE MÉRITO DESPORTIVO PARA JOÃO TRINDADE


Juiz Conselheiro do Supremo Tribunal de Justiça Distinguido

João Trindade, juiz conselheiro do STJ e dirigente do Núcleo de Veteranos do U.Coimbra, vai receber a Medalha Dourada de Mérito Desportivo da Câmara Municipal de Coimbra. A proposta efectuada por Luis Providência, vereador do Desporto, mereceu a aprovação unânime do executivo camarário.
Antigo jogador de futebol, tendo representado diversos clubes da região Centro, João Trindade, anterior vice-presidente do Tribunal da Relação de Coimbra, foi elogiado por Providência que realçou "a invulgar carreira profissional acompanhada sempre pela carreira desportiva".
Maria João Castelo Branco, jurista e vereadora eleita pela maioria da Coligação Por Coimbra, realçou a "excelente proposta", falando de "um magistrado de primeira água, que merece todas as medalhas" antes de acrescentar tratar-se de "alguém exemplar no seu percurso profissional e pessoal".

CASA DE CHÁ DA APPACDM JÁ ESTÁ EM FUNCIONAMENTO



No jardim da Sereira, em Coimbra

A Casa de Chá da APPACDM de Coimbra está já em pleno funcionamento no Jardim da Sereia, com serviço de cafetaria e refeições ligeiras.
A C.M. de Coimbra financiou e cuidou de toda a obra e a APPACDM equipou e vai gerir o espaço, integrado num dos parques mais nobres e com mais história na cidade, junto à Praça da República.
A inauguração contou com a presença do presidente da autarquia João Paulo Barbosa de Melo, que desafiou a cidade a deixar-se conquistar pelo novo espaço que, segundo disse, "ficaria bem em qualquer parte do mundo".
A presidente da direcção da APPACDM de Coimbra, Helena Albuquerque, disse que a Casa de Chá é um espaço de inclusão, porquando vai dar trabalho a jovens apoiados pela instituição e dar a conhecer à cidade o trabalho desenvolvido nas várias valencias, nomeadamente na formação profissional e das actividades ocupacionais.
Helena Albuquerque desafiou todas as pessoas a visitarem a Casa de Chá e apreciarem uma "ementa de singularidades deliciosas".
Empadas, rissois, croquetes, bola, bolos e tartes, entre outras iguarias, integralmente produzidas por utentes da instituição e respectivos monitores, constam da carta, de onde ressaltam também os gelados, crepes, sandes e torradas. A acompanhar, haverá chás de diversas qualidades, café, sumos e também vinho.
Vai dispôr também de menus que fazem referência aos valores da instituição, bem como alguns produtos com nomes ligados ao trabalho da APPACDM.
A Casa de Chá vai funcionar inicialmente entre as 11h e as 18,30h de segunda a sábado. Se tudo correr bem, a partir de Março estará aberta também à hora de jantar, mantendo-se aberto até às 23 horas.

Iolanda Chaves, in O Despertar, 11 Fevereiro 2011

quinta-feira, 9 de junho de 2011

LOUVOR PARA OLIVEIRA ALVES



DIRECTOR DE DESENVOLVIMENTO HUMANO E SOCIAL DA CÂMARA DE COIMBRA DEIXA O CARGO

A Delegação de Pereira da Cruz Vermelha Portuguesa é o novo membro do Conselho Local de Acção Social (CLAS) de Coimbra. A adesão foi aceite, ontem, no primeiro plenário de 2011 do CLAS que, por unanimidade, aprovou um voto de louvor a Oliveira Alves, director municipal de Desenvolvimento Humano e Social da Câmara Municipal de Coimbra, que se aposentará na próxima terça-feira.
Apesar de João Paulo Barbosa de Melo, Presidente da Autarquia de Coimbra, ainda não ter divulgado oficialmente o nome do substituto, Tiago Mariz, que coadjuvou Oliveira Alves quando este dirigiu o Centro Distrital de Coimbra da Segurança Social, apresenta-se como o nome mais provável para assumir o cargo.
A vereadora Maria João Castelo Branco presidiu, ontem, pela primeira vez, o plenário do CLAS de Coimbra, que foi aberto por Barbosa de Melo e contou com a presença de cerca de 80 entidades. Depois de o plano de acção social de 2010 ter sido aprovado por unanimidade, o plano de acção social para 2011 foi apresentado, tendo ficado definidas áreas de intervenção de fundamental concretização no presente ano.
O CLAS de Coimbra definiu a promoção da articulação institucional das freguesias como um dos objectivos prioritários, nomeadamente através da criação de Comissões Sociais de Freguesia em todas as freguesias do concelho de Coimbra, pois, explicou Maria João Castelo Branco, vereadora que tem a acção social e a família comko uma das funções atribuídas, "as juntas de freguesia são quem mais perto está das populações e podem trazer, mais rapidamente, os problemas ao conhecimento da Câmara".
Ontem, foram apresentados três projectos que duas instituições do concelho pretendem passar, o quanto antes, a fase de obra. A Obra de Promoção Social do Distrito de Coimbra quer construir uma creche em Eiras e um centro de dia em Santa Clara. Já o Centro Social Cultural e Recreativo de Quimbres divulgou a intenção de construir um lar de idosos na freguesia de S.Silvestre.

João Henriques, in Diário de Coimbra, 25 de Fevereiro de 2011

122 anos dos BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DE COIMBRA

ESTAMO ADMITE ACORDO COM O MUNICÍPIO SOBRE TERRENO NA CERCA DA GRAÇA

CÂMARA DE COIMBRA INSISTE SER PROPRIETÁRIA
DE PARCELA VENDIDA PELO ESTADO

A empresa pública Estamo admite negociar com a Câmara Municipal de Coimbra a parcela de terreno, no centro da cidade, que comprou ao Estado, mas que a autarquia afirma ser sua propriedade.
O Terreno em causa, na encosta da Rua da Sofia, na zona envolvente do antigo Colégio da Graça - normalmente designada por Cerca da Graça - foi vendido pelo Estado, em Abril deste ano, à Estamo, no âmbito da transacção de parte do antigo Colégio da Graça, onde funcionaram serviços militares.
Só mais tarde, no entanto, a Câmara de Coimbra teve conhecimento da transacção e em Outubro oficiou áquela empresa (vocacionada para a aquisição de património excedentário do Estado)reivindicando a propriedade da parcela de terreno.
Embora se afirmasse "disponível para fazer um acordo" com a Estamo, a autarquia também garantia, no mesmo ofício, "não abdicar dos seus direitos", estando, todavia, disponível para fazer um acordo, designadamente, no sentido de vender à empresa pública o terreno que garante pertencer-lhe.
A Estamo admite agora, em resposta ao ofício da Câmara, um acordo com o município desde que "este faça prova do que afirma", isto é, "esclareça e justifique a propriedade" sobre a parcela de terreno envolvente do antigo Colégio da Graça, disse ontem à agência Lusa a vereadora Maria João Castelo Branco, responsável pelo Gabinete Jurídico da autarquia e pelo pelouro do património municipal.
"A Câmara de Coimbra está aberta a um entendimento" com a Estamo e não vai, por isso, "avançar judicialmente", embora reafirme a sua determinação em não "abdicar dos seus direitos", sublinha a autarca, acreditanto, todavia, que será possível chegar a um acordo.
A vereadora Maria João Castelo Branco escusa-se, no entanto, a adiantar o valor que a Câmara exige pela parcela de terreno que afirma ser sua, sequer a sua dimensão, ainda que considere que se trata de uma "área considerável"
A Cerca da Graça foi incluída na transacção de parte do Quartel da Graça, instalações militares que fazem parte do antigo Colégio da Graça, incorporado na Universidade de Coimbra em meados do sec. XVI.
Em Janeiro deverá realizar-se um encontro entre representantes da Câmara de Coimbra e da empresa pública Estamo para debaterem o diferendo.

Carlos Encarnação receita "tranquilidade e calma interna" para a instabilidade



Já não é a primeira vez que Carlos Encarnação o afirma, mas, ontem, em visita à Polícia Municipal, seguida de um magusto, o autarca de Coimbra repetiu que "a responsabilidade da segurança pública não cabe à PM, mas ás polícias de segurança", acrescentando que "é bom saber o que se quer da PM e de cada uma em particular". Após realçar que as PM são polícias administrativas, assim como assegurou ser bom saber quais as funções que lhe estão distribuídas. Encarnação garantiu que, "compreendendo isto, estamos no caminho certo".
Recentemente o Ministério Público deduziu acusação contra António Leão, ex-comandante da PM de Coimbra, pela prática de sete crimes (abuso de poder, falsificação de documento e difamação agravada), ao mesmo tempo que arquivou muitas outras queixas apresentadas pelos agentes por serem de natureza disciplinar e não criminal. Apesar de não referir nomes, nem o caso em concreto, o presidente da Câmara de Coimbra assumiu que "as questões de instabilidade resolvem-se com tranquilidade e calma interna", reforçando que "as questões judiciais devem ser resolvidas pelo poder judicial".
"Temos de ter as maiores das tranquilidades e das calmas para assistir a fenómenos que se desenvolvem, mas que têm um campo e momento próprios para serem resolvidos", prosseguiu Carlos Encarnação, antes de informar ter pretendido "oferecer uma solução de comando aceite por todo o corpo e que conseguisse fazer um corpo disciplinado e coeso". O autarca assegurou que "sem confiança, responsabilidade e disciplina, não é um corpo, é um grupo de pessoas", lembrando que "a PM é um corpo permanentemente escrutinado por todos os cidadãos".
Os agentes da PM são, por vezes, encolvidos em situações contestadas pelos mun´´icipes. "Têm que compreender que os olhos de todos estão em cada um dos agentes e no seu comportamento, que tem de ser exemplar, considerou Encarnação, que logo revelou que "este corpo de PM cresceu em responsabilidade e soube ultrapassar os seus problemas", antes de destacar que a PM desempenha uma missão de absoluta essência no território municipal".
Em jeito de resumo do que pretende para a PM, o presidente da Câmara Municipal de Coimbra solicitou um "corpo atento, disponível, capaz de resolver questões que se colocam", assim como apelou a agentes que "tentam defender o conjunto de cidadãos daqueles que perturbam a vida dos outros". "A PM nasceu para isso", concretizou Carlos Encarnação.
Por sua vez, Maria João Castelo Branco registou "o sentido de responsabilidade, o zelo no exercício das funções, a assertividade e a serenidade de actuação que pautaram e pautam o desempenho dos homens e mulheres que constituem esta polícia". A vereadora responsável pela PM disse estar "certa que esta polícia continuará a ser um exemplo para a cidade, um exemplo para a autarquia e, muito em especial, um exemplo para o cidadão comum".

João Henriques in Diário de Coimbra, 10-11-2010