quinta-feira, 30 de agosto de 2012

CÂMARA RECONHECE TRABALHO DOS VOLUNTÁRIOS

A Câmara Municipal de Coimbra homenageou 13 instituições e 18 elementos pertencentes ao Canco de Voluntariado. "Um reconhecimento grande e do fundo do coração", como disse na sessão a vereadora Maria João castelo Branco. ParaPara tal, foi entregue a cada um deles um certificado "de reconhecimento e mérito" pelo trabalho que tem vindo a ser realizado por todos os presentes. Um trabalho, como reconheceu a autarca, que neste período de maiores dificuldades ganha ainda maior importância. "É preciso comunicar a importância das pessoas saírem dos seus locais de trabalho, casa e deixarem o pouco tempo livre que dispõem para estar ao lado daqueles que estão fragilizados", disse a vereadora. Neste momento, o banco de voluntariado da câmara tem 94 pessoas inscritas, das quais 80 estão colucadas. Presente no início da sessão esteve o presidente da câmara. João Paulo Barbosa de Melo disse "que é uma riqueza muito grande da cidade" ter cidadãos como os que estavam no salão nobre e que dão "um bocadinho da sua disponibilidade e saber para causas tão nobres como estas". "Queria agradecer em nome da cidade, o vosso trabalho", concluiu. António Alves in "Diário As Beiras" 29-10-2011

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

PRIMEIRO ANIVERSÁRIO DA CASA DA ESCRITA DE COIMBRA CELEBRADO COM POESIA, MÚSICA E MUITAS ACTIVIDADES

O primeiro aniversário da Casa da Escrita de Coimbra foi celebrado na passada segunda-feira. A antica habitação de João José Cachofel encheu para as comemorações de uma data que quis mostrar o trabalho desenvolvido desde o ano passado e prosseguirá em 2012. Na cerimónia, presidida pelo Presidente da Câmara de Coimbra, João paulo Barbosa de Melo, marcaram presença Maria de Jesus Barroso (mulher de Mário Soares) e Fernando Pinto do Amaral (presidente da Comissão do Plano Nacional da Leitura). (...) in Diário As Beiras, 3-12-2011
(Maria João Castelo-Branco e Maria Barroso).

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

MÉRITO PARA BANCO DE VOLUNTARIADO

Um total de 13 instituições de solidariedade social e 18 pessoas foram contempladas pela Câmara Municipal de Coimbra com certificados de mérito e reconhecimento pelo trabalho de voluntariado desenvolvido ao longo dos últimos sete anos. Os certificados foram entregues recentemente pela vereadora responsável pelo Pelouro da Acção Social e Família da Câmara de Coimbra, Maria João Castelo Branco numa cerimónia no Salão Nobre do Município. Anajovem, Associação de Defesa e Apoio à Vida, Associação Portuguesa Para as Perturbações de Desenvolvimento e Autismo, Legião da Boa Vontade, Liga Portuguesa Contra o Cancro, Casa de Repouso de Coimbra, Casa de Formação Cristã, Casa de Infância Elísio de Moura, Associação de Paralesia Cerebral de Coimbra, Obra Social Torre de Vilela, Liga dos Amigos dos Hospitais da Universidade de Coimbra, Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental foram as instituições contempladas. Receberam igualmente certificados de mérito Luciana Costa, José Carvalho, Sónia Alexandra Silva, Joana Antunes Cortesão, Gabriela Libânio, Catarina Alexandra Cortês, Daniel Betencourt, Roberta Fentini, Teresa Palma, Ricardo Madeira, Carolina Simão Almeida, Ana Filipa tavares, Tatiana Ventura neves, Maria Teresa Palma, Ana Maria Silva, Lisandra Correia, Muna Mendes Cabral e Cândido Costa Lopes. GENEROSIDADE DAS PESSOAS O Presidente da Câmara Municipal de Coimbra referiu-se no início da cerimónia, à imensa generosidade das pessoas de Coimbra que dão um bocadinho do seu tempo, do seu saber, do seu trabalho, por causas nobres e de maneira exemplar. "É uma riqueza muito grande que uma cidade tem", comentou João Paulo Barbosa de Melo. Maria João castelo Branco aludiu ao momento actual em que vivemos e em que nem os próprios economistas sabem exactamente quanto tempo esta crise vai durar. "A Europa e países europeus estão a empobrecer de forma assustadora", sublinhou na cerimónia de reconhecimento público dos voluntários e instituições inscritas no Banco de Voluntariado da Câmara Municipal de Coimbra. De acordo com a vereadora, a crise económica e social está a empurrar as pessoas para uma vida demasiado acelerada. Isto porque as pessoas têm duplo e triplo emprego e sobra-lhes muito pouco tempo para estar com os idosos e até com as crianças que, assim, passam mais tempo na creche. "Falta perceber se o ser humano está preparado para este ritmo acelerado", frisou, agradecendo a todos os voluntários que "são capazes de sair de si mesmos para ir ao encontro do outro".

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Maurício Marques, Maria João Castelo Branco, António Rosa, Dias Coimbra e João Moura
CORO MUNICIPAL ANIMA TARDE SÉNIOR . Dezenas de séniors do concelho de Coimbra foram, no Pavilhão Centro Portugal, presenteados com um concerto de Natal com a actuação do Coro Municipal Carlos Seixas, organizado pela Câmara de Coimbra.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

CMC: Maria João Castelo-Branco vereadora a tempo inteiro













Maria João Castelo-Branco (PSD) tornou-se, hoje, vereadora da Câmara Municipal de Coimbra em regime de dedicação exclusiva, soube o “Campeão” de fontes autárquicas.

A autarca, que ingressou na edilidade há dois anos, exercia a função em regime de meio tempo.

Jurista, Maria João tem a tutela da Acção Social e Família, Polícia Municipal, Gabinete Jurídico, Associação de Arbitragem de Conflitos de Consumo, Tribunal Arbitral e Julgados de Paz.

O acréscimo de tempo requerido pelo pelouro da Acção Social e Família foi o argumento invocado para a passagem da edil ao regime de dedicação exclusiva.

Os vereadores do PS Carlos Cidade e António Vilhena abstiveram-se acerca da proposta do presidente, João Paulo Barbosa de Melo (PSD), frisando não estar em causa o perfil de Maria João, mas, antes, uma conjuntura a recomendar contenção na despesa.

Quatro dos cinco vereadores da coligação “Por Coimbra” exercem o cargo a tempo inteiro, mais o da CDU, encontrando-se a vice-presidente, Maria José Azevedo Santos, a meio tempo.
in Campeão das Províncias

Coimbra pensada após três forais

Ainda nas comemorações dos 900 anos da fundação de Coimbra, a ANAI aproveita para trazer à Casa Municipal da Cultura uma série de catedráticos para olharem a história da cidade. “Concelho de Coimbra – marcos da sua génese”, foi a primeira conferência e serviu para se redescobrirem os documentos que a fundaram: os forais.

A Universidade do Tempo Livre, uma atividade da ANAI (Associação Nacional de Apoio ao Idoso) apresentou no passado dia 20, na Casa Municipal da Cultura, a Cátedra "Sousa Fernandes". Esta cátedra, para além de homenagear o médico conimbricense, tem como objetivo a realização de uma conferência na última quinta-feira de cada mês. Cada conferência será integrada num ciclo, com um assunto previamente pensado. Este ano, o tema escolhido teve como finalidade o cruzamento com as comemorações dos 900 anos do foral da cidade. Assim, o mote "Olhar Coimbra" serviu de pretexto para convidar a catedrática Maria Helena da Cruz Coelho a falar do "Concelho de Coimbra – marcos da sua génese".

"Pensar Coimbra, em torno de Coimbra", foi assim que a professora Maria Helena prendeu a atenção do público. Segundo a investigadora as memórias que hoje se têm de Coimbra são construídas sobre raízes milenares. É necessário recorrer aos documentos factuais de antigamente para perceber a história de qualquer cidade. Coimbra não é exceção, é sim um dos melhores exemplos para o explicar. Foram várias as vezes em que Maria Helena da Cruz Coelho evidenciou uma "grande interação entre a história de Coimbra e a história de Portugal".

Coimbra depois de três cartas foraleiras

São os documentos guardados em arcas com três chaves - para proteção do inimigo - que fundam a história de Coimbra e que mostram a origem de muitas potencialidades que hoje nela vemos.

Foi a 26 de maio de 1111 que o Conde D. Henrique concedeu o primeiro foral à cidade de Coimbra, depois de esta estar sob a tutela de Fernando Magno. Ainda em 1085, Fernando VI ratificou os privilégios aos homens da cidade. Mas só em 1111 é que D. Henrique entrega oficialmente a carta foraleira a Coimbra. Este foral, para além de afastar os funcionários francos que na altura rodeavam o reino, conseguiu instituir em Coimbra "um grande reforço militar, social, económico e jurídico".

Em 1128, Coimbra ganha uma nova dimensão, pois passa a ser a cidade da corte, "a cidade do poder central", uma vez que foi a escolhida para D. Afonso Henriques se fixar. Mais tarde, em 1145 os costumes da cidade coimbrã são fixados. Surge um documento em que se tabelam os preços dos produtos da cidade, em que se regulam as vendas. Segundo a historiadora, este documento prova uma "preocupação com o artesanato e o comércio que ainda hoje se denotam na pujante vitalidade comercial e produtiva da cidade".

Em maio de 1179, D. Afonso Henriques atribuiu um novo foral à cidade. Neste documento Coimbra é reconhecida como "um concelho urbano perfeito, com os mais diversos privilégios". Sublinhando de novo, o forte papel comercial com que Coimbra era reconhecida. Depois de em 1217, D. Afonso II ter confirmado o foral anterior, a 4 de agosto de 1516 D. Manuel concede um novo foral à cidade, onde é notório que "Coimbra continua a atrair a atenção da corte".

Homenagem ao médico solidário
Antes da referida conferência, o presidente da ANAI, José Ribeiro Ferreira, não conseguiu esconder a emoção nem poupou os elogios quando falava do médico Sousa Fernandes. Para além da instituição da cátedra foi também apresentado um livro biográfico de homenagem ao médico e ao "homem que muito fez por Coimbra", relembra o presidente da associação. Também a Câmara Municipal de Coimbra (CMC) marcou presença nesta conferência, na pessoa da vereadora da Ação Social, Maria João Castelo Branco. "O lugar do idoso é o lugar do sábio, inserido na comunidade em geral", diz a vereadora para uma plateia maioritariamente sénior.
A próxima conferência ainda integrada no ciclo "Olhar Coimbra" terá lugar, novamente na Casa Municipal da Cultura, no dia 24 de novembro, às 18 horas. Desta, o tema será "A República e a Universidade" e conta com a presença do Professor Luís Reis Torgal.

Ana Morais in A Cabra, 23 de Outubro de 2011